"A amizade de um único ser humano inteligente é melhor do que a amizade de todos os insensatos." Demócrito de Abdera
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Profissionais de educação: mandem emails para os deputados exigindo os 26% de aumento
Sepe convoca a categoria a, literalmente, abarrotar as caixas de mensagens dos deputados estaduais, com as nossas principais reivindicações. Abaixo, listamos os endereços eletrônicos dos parlamentares – o que facilita o envio, pois basta clicar em cima do endereço para abrir o correio no seu computador. Publicamos também um modelo do email para os deputados.
Modelo do email aos deputados:
Senhor deputado (a), os profissionais de educação da rede estadual do Rio de Janeiro têm um dos menores salários de todo país, com miseráveis R$ 610,38 de piso salarial. O governador Sergio Cabral vem incorporando a gratificação Nova Escola em conta gotas desde 2009; incorporação esta prevista para terminar somente em julho de 2015. Para o senhor (a) ter uma idéia de quanto representa essa incorporação que o governo vem implementando, o piso, em julho, “saltará” para apenas R$ 637. É muito pouco, convenhamos. Por isso mesmo existe uma enorme carência de professores, pois ninguém quer trabalhar na rede com esse salário. Por isso mesmo existe uma enorme insatisfação na categoria.
No entanto, senhor deputado (a), os profissionais do estado ainda acreditam que podem transformar essa triste realidade, que não é só a dos baixos salários, mas também aquela representada pelas péssimas condições de trabalho, poucas verbas, entre outras graves sequelas. Por isso a categoria deslanchou esse ano sua campanha salarial e pede sua ajuda. Pede para que o parlamentar interceda junto ao governo em apoio às nossas principais reivindicações: reajuste emergencial de 26%; incorporação imediata da totalidade da gratificação do Nova Escola (prevista para terminar somente em 2015); descongelamento do Plano de Carreira dos Funcionários Administrativos da educação estadual; e abertura de negociações. Temos certeza, senhor deputado (a), que falamos em nome não só da categoria, mas também de uma enorme comunidade escolar, formada por 1,245 milhão de alunos, além dos milhões de pais e responsáveis. Com tudo isso, contamos com seu apoio.
Emails dos deputados:
claisemariazito@alerj.rj.gov.br;
gersonbergher@alerj.rj.gov.br;
lucinha@alerj.rj.gov.br;
luizpaulo@alerj.rj.gov.br;
andrelazaroni@alerj.rj.gov.br;
bernardorossi@alerj.rj.gov.br;
chiquinhodamangueira@alerj.rj.gov.br;
dica@alerj.rj.gov.br;
domingosbrazao@alerj.rj.gov.br;
edsonalbertassi@alerj.rj.gov.br;
gracamatos@alerj.rj.gov.br;
paulomelo@alerj.rj.gov.br;
pedroaugusto@alerj.rj.gov.br;
pedrofernandes@alerj.rj.gov.br;
rafaelpicciani@alerj.rj.gov.br;
robertodinamite@alerj.rj.gov.br;
gustavotutuca@alerj.rj.gov.br;
marcelosimao@alerj.rj.gov.br;
rafaeldogordo@alerj.rj.gov.br;
andrececiliano@alerj.rj.gov.br;
gilbertopalmares@alerj.rj.gov.br;
inespandelo@alerj.rj.gov.br;
niltonsalomao@alerj.rj.gov.br;
robsonleite@alerj.rj.gov.br;
rogeriocabral@alerj.rj.gov.br;
zaqueuteixeira@alerj.rj.gov.br;
gracapereira@alerj.rj.gov.br;
enfermeirarejane@alerj.rj.gov.br;
aspasiacamargo@alerj.rj.gov.br;
xandrinho@alerj.rj.gov.br;
marcosabrahao@alerj.rj.gov.br;
dionisiolins@alerj.rj.gov.br;
flaviobolsonaro@alerj.rj.gov.br;
andreiabusatto@alerj.rj.gov.br;
bebeto@alerj.rj.gov.br;
cidinhacampos@alerj.rj.gov.br;
janiomendes@alerj.gov.br;
luizmartins@alerj.rj.gov.br;
marciopanisset@alerj.rj.gov.br;
marcossoares@alerj.rj.gov.br;
myrianrios@alerj.rj.gov.br;
pauloramos@alerj.rj.gov.br;
ricardoabrao@alerj.rj.gov.br;
wagnermontes@alerj.rj.gov.br;
andrecorrea@alerj.rj.gov.br;
comtebittencourt@alerj.rj.gov.br;
drjoseluiznanci@alerj.rj.gov.br;
geraldomoreira@alerj.rj.gov.br;
coroneljairo@alerj.rj.gov.br;
marciopacheco@alerj.rj.gov.br;
sabino@alerj.rj.gov.br;
atilanunes@alerj.rj.gov.br;
altineucortes@alerj.rj.gov.br;
clarissagarotinho@alerj.rj.gov.br;
edinofonseca@alerj.rj.gov.br;
fabiosilva@alerj.rj.gov.br;
iranildocampos@alerj.rj.gov.br;
migueljeovani@alerj.rj.gov.br;
robertohenriques@alerj.rj.gov.br;
samuelmalafaia@alerj.rj.gov.br;
samuquinha@alerj.rj.gov.br;
alessandrocalazans@alerj.rj.gov.br;
joaopeixoto@alerj.rj.gov.br;
alexandrecorrea@alerj.rj.gov.br;
rosangelagomes@alerj.rj.gov.br;
janirarocha@alerj.rj.gov.br;
marcelofreixo@alerj.rj.gov.br;
marcusvinicius@alerj.rj.gov.br;
thiagopampolha@alerj.rj.gov.br;
waguinho@alerj.rj.gov.br.
domingo, 17 de abril de 2011
Deu no Blog Pó de Giz
Aumento para diretor - REDE ESTADUAL

E PARA O PROFESSOR...Ô,Ô,Ô....
ENQUANTO ISSO UM PROFESSOR RECEBE PISO DE 766 REAIS, UMA GLP VALE 516 REAIS E O FUNCIONÁRIO ADMINISTRATIVO RECEBE PISO ABAIXO DO SALÁRIO MÍNIMO, 415 REAIS....É UMA VERGONHA!!!!!!!!
ESSA É MAIS UMA DEMONSTRAÇÃO DE QUE HÁ DINHEIRO, O QUE FALTA É VONTADE POLÍTICA PARA VALORIZAR OS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO(PROFESSOR E FUNCIONÁRIO). O GOVERNO AUMENTA A GRATIFICAÇÃO DAS DIRETORAS PARA QUE ELAS FAÇAM O TRABALHO SUJO DE REPRIMIR NOSSA CAMPANHA E NOS OBRIGAR A TRABALHARMOS COMO ESCRAVOS ATRÁS DAS METAS.....
PRECISAMOS ENTENDER QUE SOMENTE COM A CATEGORIA MOBILIZADA E NAS RUAS TEREMOS REAJUSTE E A INCORPORAÇÃO DO NOVO ESCOLA.
GREVE DE ADVERTÊNCIA:]
4/5 ATOS NOS MUNICÍPIOS
5/5 ATO NA ALERJ - 10H - ASSEMBLEIA NA ABI - 14H
PARTICIPE!
http://blogpodegiz.blogspot.com/2011/04/aumento-para-diretor-rede-estadual.html#comment-form
Protetor dos animais tem sua casa incendiada
Rosalino retirava cachorros da rua e os adotava, dava-lhes um lar, longe das ruas e do abandono, mas teve sua casa incendiada e agora vive na rua com seus cães, dependendo da caridade alheia de pessoas que dão algum dinheiro e comida para ajudá-lo.
Os principais suspeitos de terem provocado o incêndio são parentes, que são seus vizinhos, que reclamavam da sujeira, xingavam e o agrediam. “A Vigilância Sanitária foi lá checar uma denúncia de que eu maltratava os animais, que estariam doentes, passavam fome e atacavam os outros. Eles ficaram surpresos ao ver os bichos bem. Depois da visita ainda se comprometeram a me ajudar, levando comida e também alguns animais para um abrigo”
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/homem-tem-casa-incendiada-e-vai-morar-na-rua-com-seus-10-cachorros.html
Os principais suspeitos de terem provocado o incêndio são parentes, que são seus vizinhos, que reclamavam da sujeira, xingavam e o agrediam. “A Vigilância Sanitária foi lá checar uma denúncia de que eu maltratava os animais, que estariam doentes, passavam fome e atacavam os outros. Eles ficaram surpresos ao ver os bichos bem. Depois da visita ainda se comprometeram a me ajudar, levando comida e também alguns animais para um abrigo”
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/homem-tem-casa-incendiada-e-vai-morar-na-rua-com-seus-10-cachorros.html
Jogo: Battlestar Galactica
Pra quem gosta de jogos online e aventura espacial, Battlestar Galactica é um prato cheio! Baseado no seriado de TV e todo em 3D, o jogo supera todas as espectativas, principalmente em se tratando de um jogo gratuito pelo navegador, sem necessidade de fazer um download ou pagar mensalidade nem nada. A única coisa e instalar uma ferramente que permite o uso de gráficos 3D no navegador. O jogo já passou de 1milhão de jogadores em 25 países e foi lançado a 1 ano pela Bigpoint.
Interação com personagens da série, como Almirante Adama(Old Man), Apollo e Starbuck, possibilidade de pilotar Vipers e a Pegasus, além de poder jogar com os Cylonios. Pra quem quer diversão, com gráficos excelentes, aventura e de graça, vale a pena dar um confere.
Battlestar Galactica
Interação com personagens da série, como Almirante Adama(Old Man), Apollo e Starbuck, possibilidade de pilotar Vipers e a Pegasus, além de poder jogar com os Cylonios. Pra quem quer diversão, com gráficos excelentes, aventura e de graça, vale a pena dar um confere.
Battlestar Galactica
sábado, 16 de abril de 2011
Veja ataca a educação pública
Reproduzo artigo de Maria Izabel Azevedo Noronha, presidenta da Apeoesp e integrante do Conselho Nacional de Educação e do Fórum Nacional de Educação:
As opiniões expressas pelo economista Gustavo Iochpe na revista Veja de 09/04 surpreendem pela virulência com que este articulista investe contra os sindicatos de profissionais da educação. Ele simplesmente propõe que as representações sindicais do magistério e demais profissionais seja ignoradas nas discussões sobre educação! Na prática, quer uma caça às bruxas contra os sindicatos, incompatível com o atual estágio da democracia brasileira.
Em seu artigo ele “acusa” os sindicatos de lutarem pelo bem-estar de seus associados. Extravagante seria se não o fizessem. Mas ele omite que os sindicatos de professores e demais profissionais da educação têm uma longa tradição de luta pela melhoria da educação pública e que parte expressiva de suas propostas vem se tornando realidade nos últimos anos.
Há no Brasil hoje um forte movimento de valorização do magistério, que compreende de forma clara a relação que existe entre essa valorização e a qualidade do ensino. Esta tendência já se refletiu na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de declarar constitucional o piso salarial profissional nacional como vencimento básico da carreira do magistério, ou seja, sem acréscimos de qualquer natureza. O mesmo certamente irá ocorrer quanto à nova composição da jornada de trabalho, com 33,3% dedicados a atividades extra-classes, cujo julgamento foi suspenso com cinco votos a favor e quatro contra, devido a interpretações regimentais.
O Brasil vem formulando e implementando políticas educacionais que apontam para a melhoria da qualidade do ensino, valorização dos profissionais da educação, gestão democrática e a superação de déficits acumulados ao longo de décadas graças ao diálogo entre as autoridades educacionais e as organizações da sociedade civil, entre elas os sindicatos dos profissionais da educação. O que Gustavo Iochpe expressa é a reação a esses avanços da direita mais conservadora e de uma certa elite que autointitula “social-democrata”.
A Conferência Nacional de Educação (CONAE) representou um momento importante neste processo, envolvendo milhares de profissionais da educação, estudantes, gestores, especialistas, pais, trabalhadores dos mais diversos segmentos e centenas de organizações sociais na discussão dos rumos da educação brasileira. Foram realizadas reuniões, debates e encontros nas escolas e outros espaços, culminando em conferências municipais, intermunicipais, estaduais e, finalmente, na CONAE, em Brasília, no mês de abril de 2010.
A CONAE definiu as bases de uma nova política educacional que começa a se concretizar no projeto de lei do Plano Nacional de Educação 2011-2020, já em tramitação no Congresso Nacional. Mas nada disso interessa a Iochpe e os que defendem os mesmos interesses que ele. Ele querem desqualificar os professores das escolas públicas e as políticas educacionais para abrirem espaços cada vez maiores para a venda de métodos, apostilas, consultorias e, se possível, tomar a gestão dessas escolas, para torná-las mais “eficientes” e “produtivas”.
Não constitui surpresa, entretanto, que este senhor escreva tais absurdos. Há anos ele vem se dedicando à tarefa de avacalhar todos aqueles que se opõem à política privatista na educação e certamente os sindicatos estão na linha de frente dessa resistência.
Em suas colunas na revista Veja ele afirma que o Brasil investe mais que o suficiente em educação; que não há relação nenhuma entre o valor dos salários pagos aos professores e a qualidade do ensino; que só merece receber salário decente quem tiver seu “mérito” reconhecido pelas autoridades educacionais; e por aí vai.
Ora, a política de “mérito” que esse senhor defende já mostrou seus péssimos resultados no estado de São Paulo, tanto assim que o atual governo, pelo menos verbalmente, vem manifestando a intenção de abandoná-la. Uma das mais importantes mentoras do sistema de meritocracia na educação norte-americana, a ex-secretária adjunta de Educação dos Estados Unidos, Diane Ravitch, já declarou que esse sistema não funciona e vem se dispondo a realizar palestras ao redor do mundo para demonstrar isso.
Nos últimos tempos Gustavo Iochpe vem defendendo a ideia de que o ensino infantil não tem importância nenhuma para o desenvolvimento da educação e do país. Ele, na verdade, contrapõe o combate ao analfabetismo à expansão das creches e pré-escolas. Ou seja, para ele o país só deve combater o estrago já feito; nada de investir para prevenir o futuro.
Curiosamente, todas as críticas e restrições do economista são voltadas ao ensino público. Se para os filhos dos pobres creches e pré-escolas não são importantes, nada é dito quanto às “escolinhas” privadas que existem em cada esquina e aos bons colégios de elite que oferecem educação às crianças desde a mais tenra idade. Ou seja, o que vale para a elite não vale para o povão.
A revista Veja e o senhor Gustavo Iochpe são velhos conhecidos na tentativa de demonizar os movimentos e sindicatos de professores, estudantes e outros segmentos sociais que lutam pela melhoria da educação pública e pela valorização de seus profissionais, por meio de políticas de formação que atendam à escola real na perspectiva da escola ideal que todos almejamos, carreira, salários dignos, participação da comunidade, gestão democrática e outras medidas.
Iochpe, a revista Veja e os que os apoiam estão se movendo contra a democracia e contra o livre direito de organização e expressão. A sociedade brasileira não pode tolerar isso!
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Orientação do Sepe sobre o Saerj
A categoria decidiu em assembléia realizada no dia 12 no Clube Municipal da Tijuca que nenhuma professora poderá ser obrigada a confeccionar gabarito e corrigir as provas do Saerj, que começaram hoje na rede estadual.
A Seeduc não pode exigir que as professoras realizem tarefas que fujam à sua função! A assembléia do Sepe considerou esta exigência um desrespeito à categoria, que ainda por cima ficaria sob a supervisão de um fiscal!
Assim, o Sepe é contrário a toda forma de avaliação exclusiva e meritocrático.
Orientamos também que qualquer coação ao profissional deve ser denunciada ao Sepe no fone (21)2195-0450 ou no email imprensa@seperj.org.br
Comentário:
O gov. Serginho quer resultados e sabe muito bem como cobrar, mas não quer fazer aquilo que é realmente necessário e investir nos profissionais da educação. Nas escolas já começaram aquelas velhas cobranças e "determinações" para o plano dar certo: "Tem que ser feito assim!", "Isso não vai poder.", "Só estamos fazendo nosso trabalho!", "O professor é o responsável.", "Hoje receberemos a visita da OG (que diabos é isso?!), então tem que estar tudo certo!", "Foram as ordens que recebemos!". Ainda acho que esse plano está condenado ao fracasso e a cada dia que passa, a cada nova medida arbitrária e constrangedora, isso só vai se tornando mais evidente.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Erradicação da pobreza começa em maio
Luciana Lima, Agência Brasil
“O governo deve lançar em maio o programa de erradicação da pobreza, promessa de campanha da presidenta Dilma Rousseff e que vem sendo tratada pelo governo como um dos eixos estruturantes das políticas públicas. Hoje (12), enquanto a presidenta visita à China, ministros envolvidos no desenho do plano se reuniram na Casa Civil.A reunião serviu para ajustar detalhes do programa já apresentado pela ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, à presidenta na semana passada. Participaram da discussão de hoje, além de Tereza Campello, o ministro da Educação Fernando Haddad, o ministro da Casa Civil Antonio Palocci, da Justiça, José Eduardo Cardozo e o secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.
Além das pastas representadas na reunião de hoje, o programa envolve ações do Ministério do Planejamento, da Fazenda, Saúde, do Trabalho e Desenvolvimento Agrário.
O programa deverá ter três frentes: inclusão produtiva, ampliação da rede de serviços sociais do governo e a continuação da ampliação da rede de benefícios.
Quando a presidenta pediu o desenho do programa para a ministra Tereza Campello, deixou claro também que o governo precisava redefinir uma linha de pobreza para identificar quem será beneficiado pelo programa.
Há no governo a preocupação de que o programa não tenha um caráter assistencialista. A visão é de que se incluam ações de incentivos a arranjos produtivos, cooperativas, pequenos empreendedores, geração de empregos e qualificação profissional.”
Comemoração dos 50 anos da ida do homem ao espaço
Os sites G1 e R7 fizeram um trabalho muito bem feito divulgando o aniversário de 50 anos da ida do homem ao espaço, nesse caso o cosmonauta russo Yuri Gagarin. Vale a pena conferir os gráficos e informações sobre essa importante conquista da humanidade.
Só lembrando que Gagarin foi o primeiro homem, mas o primeiro ser vivo a deixar a Terra e orbitar o espaço foi um cachorro! Na verdade a cadelinha Laika ("latidora" em Russo) viajou numa cápsula espacial, quatro anos antes (1957), mas infelizmente não retornou com vida, tendo morrido no espaço depois de algumas horas.
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/04/ha-50-anos-homem-chegava-ao-espaco-pela-primeira-vez.html
http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/infograficos/chegada-do-primeiro-homem-ao-espaco-completa-50-anos.html
terça-feira, 12 de abril de 2011
Gagarin: 50 Anos do Primeiro Vôo Espacial Tripulado
Ronaldo Rogério de Freitas Mourão*
Jornal do Brasil
11/04 às 22h34
Ao contrário de todas as previsões anteriores ao lançamento do primeiro satélite artificial – o Sputnik 1 –, em 4 de outubro de 1957, a conquista do espaço a partir deste acontecimento desenvolveu-se num ritmo inimaginável. Até então a supremacia dos EUA era inquestionável no domínio das tecnologias de ponta. Com objetivo de mostrar que a sua superioridade não era um fato isolado, os soviéticos decidiram lançar, em 3 de novembro de 1957, um segundo satélite - o Sputnik 2 - com uma carga útil espetacular: uma pequena cadela – Laika –, o primeiro ser vivo a girar ao redor da Terra.
Diante das realizações soviéticas, os projetos norte-americanos pareciam ridículos. De fato, o primeiro satélite dos EUA - Pamplemousse -, que deveria ser lançado por um foguete Vanguard, possuía massa de 1,8kg, quantidade insignificante em relação à de 508 kg do Sputnik 2.
Após sucessivos fracassos, o fusólogo alemão Von Braun foi autorizado a transformar o Júpiter-C em um lançador espacial. Em 31 de janeiro de 1958, o primeiro satélite dos EUA – o Explorer-1 -, com massa de 14 kg entrou em órbita, quando foi detectada a existência de um cinturão de radiação ao redor do nosso planeta. Esta foi a primeira mais importante descoberta científica realizada desde o início da era espacial. Só em 17 de março de 1958 um Vanguard conseguiu satelizar Pamplemousse. Dois meses mais tarde, em 15 de maio de 1958, os soviéticos colocaram em órbita o Sputnik 3, com massa de 1.327 kg, do qual 968 kg de instrumentos, um recorde para a época.
Todos os primeiros grandes sucessos espaciais soviéticos ocorreram num dos períodos mais difíceis da Guerra Fria, entre o fim dos anos 50 e início dos 60, quando as duas superpotências se confrontaram no terreno militar (Muro de Berlim, a Guerra da Coreia, a crise dos mísseis de Cuba, etc). Em todo o mundo, os homens – livres ou não – questionavam qual dos dois sistemas sociais e políticos que se contrapunham – de um lado o comunismo, do outro o capitalismo – constituía aquele que deveria prevalecer por sua capacidade científico-tecnológica. Para um público mais seleto, que acumulava uma cultura de séculos, associada às viagens cósmicas e dezenas de anos de ficção científica, não tinha dúvida: a maior potência no mundo seria aquela que soubesse impor-se na conquista do cosmos. Para os leigos as atividades espaciais provocavam um enorme impacto: para os homens, as mulheres e as crianças, o domínio dos céus era até então uma área de adoração divina. Ainda hoje, existem indivíduos que não acreditam que o homem foi à Lua...
Rapidamente, o espaço se transformou no principal palco de uma série de grandes batalhas da Guerra Fria – um combate até certo ponto pacífico – mas que provocou uma intensa mobilização econômico-tecno-científica jamais vista. A corrida ao espaço é desde 1957 a prioridade das prioridades para as duas superpotências. Na primeira etapa, a preocupação era a colocação em órbita de satélites ao redor da Terra. Na segunda, o envio de sondas automáticas em direção à Lua e aos planetas Marte e Vênus. A terceira etapa – a mais importante e audaciosa – era colocar um homem no espaço.
Sob o ponto de vista técnico, o desafio era enorme. O ambiente espacial não é próprio à vida humana: além do vazio quase absoluto, as radiações perigosas, as temperaturas, os meteoros etc constituíam uma ameaça permanente a ser controlada. Aliás, desde 1957, ou seja, alguns meses somente após a satelização do primeiro Sputnik, quando a astronáutica ainda dava os seus primeiros passos, os americanos e os soviéticos começaram a sonhar com os voos espaciais tripulados.
Finalmente, em 12 de abril de 1961, às 9h7, hora local, Gagárin foi lançado ao espaço na nave Vostok 1, do cosmódromo Tyuratam-Baikonur. Após uma viagem de uma hora e 48 minutos, aterrissou na aldeia de Smelovka, em Saratskaia. Sua espaçonave descreveu uma órbita com perigeu (ponto mais próximo da Terra) de 181 km e apogeu (ponto mais afastado da Terra) de 327 km, em 89 minutos. Gagárin permaneceu sentado no interior da cápsula esférica que o transportou no espaço até a aterrissagem. Como a nave era totalmente automatizada, o papel do herói do primeiro voo orbital “tripulado” foi de um mero espectador. Ao contrário do que ocorreu nos cinco voos subsequentes, quando um assento ejetor foi usado a 7 mil metros de altitude, presumivelmente para evitar o violento impacto com o solo, permitindo aos cosmonautas descerem suavemente de paraquedas.
A nave com Gagárin desceu, às 10h55, hora local, próximo à cidade de Smelovka, a 23 km de Saratov. Logo depois que a cápsula recuperável atingiu o solo, os cintos de segurança se romperam automaticamente. Gagárin abriu a escotilha e saiu do veículo diante do olhar espantado de uma velha camponesa e de sua filha Rita, que indagou:
- Você veio do céu, por acaso?
- Imagine você que sim - respondeu Gagárin, que logo em seguida foi levado por um grupo de soldados que, mais tarde, instalaram um posto de guarda junto à cápsula. Pouco depois, um helicóptero M14, do grupo de recuperação, pousou nas vizinhanças.
O comissário esportivo – Ivan Borissenko - registrou os primeiros recordes, segundo as regras a Federação Aeronáutica Internacional: recorde de altura: 327 km; de tempo: 108 minutos; de peso do veículo cósmico: 4.725 kg. Logo em seguida, o helicóptero conduziu Gagárin ao aeroporto mais próximo, de onde telefonou para os dirigentes soviéticos. Por volta das 4 horas da tarde, um avião Illiuchin – 14 aterrissou no aeroporto de Kuibychev. Gagárin foi o primeiro a descer do avião.
O enviado especial do Pravda entrevistou-o:
- Como é o céu, lá de cima?
- Escuro, camarada, muito escuro? - respondeu.
- E a Terra, como a viu?
- Ela é azul. Quando sobrevoava a América do Sul e a África, vi a costa e os grandes lagos. É uma paisagem admirável.
Dois dias depois de sua aterrissagem, Gagárin foi recebido no Kremlin como herói nacional. Sua fama transformou-o num embaixador da alta tecnologia e da coragem soviéticas. Com esse objetivo viajou ao redor do mundo tendo sido recebido nas principais cidades como um herói da humanidade. Depois de passar por Cuba, Gagárin esteve no Brasil, aonde chegou no dia 29 de julho de 1961. Após visitar Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília voltou em 5 de agosto. Na cidade do Rio de Janeiro foi recebido, na Casa da Gávea Pequena, então propriedade do banqueiro Drault Ernanny, por um grupo de cientistas e intelectuais, dentre eles Leite Lopes, Álvaro Alberto, Osório Meirelles, Luiz Muniz Barreto e o autor deste artigo. Ao chegar a Brasília, foi recepcionado por Jânio Quadros, que o condecorou com a Medalha do Cruzeiro do Sul. Depois de contemplar a cidade construída por Oscar Niemeyer, o cosmonauta comentou: “A impressão que tenho é a de estar chegando a um planeta diferente.”
Ainda em Brasília, a mensagem do chefe de governo Nikita Kruchev ao presidente brasileiro entregue por Gagárin foi o primeiro passo para o restabelecimento de relações diplomáticas entre as duas nações, o que iria acontecer em dezembro de 1961.
O primeiro astronauta, Yúri Alekseevitch Gagárin, nasceu em 9 de março de 1934, na aldeia de Kluchino, na parte ocidental da Rússia. Seu pai -- Aleksei Gagárin -- era carpinteiro e a mãe -- ordenhadeira. Após a II Guerra Mundial, a família de Gagárin transferiu-se para a cidade de Gjatsk, atual Gagarin, em homenagem a seu mais ilustre habitante. Uma vez concluídos os estudos na escola secundária, Yúri ingressou numa escola técnica de fundidores. Sua grande paixão pela técnica, bem como pelo esporte, muito influenciou seu destino, em particular na escolha da profissão. Após ter sido aprovado no concurso de admissão, matriculou-se na Escola Técnico-Profissional de Sarátov, onde foi dedicado aluno de matemática e física, duas de suas matérias favoritas. Uma de suas dissertações seria dedicada ao pioneiro da cosmonáutica soviética, o mestre-escola Konstantin Tsiolkóvski, cujas obras, como confessou mais tarde, transformaram sua visão do mundo.
Enquanto preparava sua tese de fim de curso, Yúri aprendeu a pilotar avião no aeroclube local, durante a noite. Estava dado o grande passo que o conduziria à Escola de Aviação de Orenburgo. Nesta escola encontrou Valentina, com quem se casou e de quem teria mais tarde dois filhos. Ao concluir o curso de aviador, foi-lhe proposto o emprego de piloto-instrutor. Não aceitou, preferindo ir voar, em condições meteorológicas mais adversas, no norte da Rússia. Tornou-se assim um perito em voo. Ao atingir a idade de 26 anos e após passar no exame médico, Yúri entrou para o grupo dos dez primeiros cosmonautas soviéticos. Depois de um ano de estudos e treinamentos foi escolhido para ser colocado em órbita ao redor da Terra. Durante um voo de treinamento, num Mig-15 de dois lugares, versão de treinamento do primeiro caça a jato da força aérea soviética, os cosmonautas Yúri Gagárin e Vladimir Seriogin foram obrigados a proceder a uma brusca manobra para evitar uma colisão com dois outros aviões, um Mig 21 e outro Mig 15, que se aproximavam perigosamente do jato de Gagárin. Depois de entrar em parafuso, girando fora de controle, o avião de Gagárin caiu num ponto a nordeste de Moscou. Assim, desapareceu, a 27 de março de 1968, o primeiro homem a realizar uma volta completa ao redor da Terra num satélite artificial.
Até o início de 1988 haviam sido sugeridas diversas hipóteses para explicar o acidente. Uma primeira investigação inclinou-se por uma sabotagem a bomba ou por envenenamento dos dois pilotos. Uma segunda sugeriu que Gagárin e Seriogin haviam perdido o controle do pequeno caça depois de uma colisão com um pássaro ou um balão meteorológico. Finalmente, em janeiro de 1988, depois de uma reinvestigação do caso, ficou evidente que o acidente foi provocado por um erro da torre de controle de voo e de tráfego aéreo, ao permitir que dois outros aviões penetrassem na mesma região em que o Mig 15 de Gagárin estava realizando um voo de treinamento.
A admiração de milhões de pessoas não lhe alterou a personalidade, e Gagárin conservou as melhores qualidades de caráter: sinceridade, coragem, perseverança. Deixou uma das mais célebre frases, que a humanidade já ouviu: "A Terra é azul".
O sucesso de Gagárin deu à astronáutica a dimensão humana e tornou realidade um velho sonho dos homens que idealizavam um dia viajar pelo espaço. O impacto provocado por Gagárin só seria comparável à descida dos norte-americanos Neil Armstrong e Edwin Aldrin na Lua, em 20 de julho de 1969.
Na realidade, apesar de Gagárin ser considerado um herói, o grande mérito da missão coube ao engenheiro de voo espacial Serguei Pavlovith Korolev (1927-1966) – o pai do programa espacial soviético – que concebeu, comandou e acompanhou pessoalmente todo o desenvolvimento do projeto Vostok 1, veículo que transportou Gagárin. Aliás, somente após a morte a identidade de Korolev foi revelada ao grande público. Em 1937, foi prisioneiro por quase seis anos no auge do regime de repressão de Stalin, que o soltou, em 1942, ao compreender que iria precisar do seu talento para projetar e construir mísseis durante a II Guerra Mundial.
As contribuições de Korolev à astronáutica são incríveis. Seu nome está associado às principais missões da era espacial: o primeiro satélite artificial da Terra (1957); as primeiras fotografias da fase oculta da Lua (Lunik III, 1959); o primeiro veículo espacial habitado: Yúri Gagárin (1961); a primeira mulher cosmonauta, Valentina Terechkova (1963); a primeira saída de um homem no espaço: Aleksei Leonov (1965); o primeiro impacto de uma sonda em outro planeta: Vênus (1966) e a primeira alunissagem de uma sonda (Lunik IX, 1966).
Na realidade, não é importante saber quem ganhou a corrida espacial, mas procurar compreender as razões dos fracassos iniciais dos norte-americanos assim como as origens das dificuldades do programa lunar tripulado soviético que, aliás, teve início logo após o falecimento de Korolev, em 1966, por uma imperícia médica.
* Astrônomo e Escritor
Fonte: Site do Jornal do Brasil - 11-04-2011
Fogueteiro!
O técnico Vagner de Brito de São Caetano é projetista e lançador de foguetes nas horas vagas. Ele construiu e lançou um foguete com a intenção de deixar a atmosfera.
Assista o vídeo no link: http://videos.bol.uol.com.br/#view/morador-de-so-caetano-projeta-e-lana-foguete-no-domingo-0402CD98376AC4890326&tag/1793|not%EDcias
Assista o vídeo no link: http://videos.bol.uol.com.br/#view/morador-de-so-caetano-projeta-e-lana-foguete-no-domingo-0402CD98376AC4890326&tag/1793|not%EDcias
Isso sim é gostar de bicho!
O camarada aí em cima gosta de surfar com tubarão, na África do Sul. Segundo Chris Fallows (é o que está em cima da prancha) não há risco para os humanos, pois os tubarões não são tem os humanos como fonte de alimento! Quero ver ele falar isso "dentro" d'água com o dentuço cercando ele!
http://www.dailymail.co.uk
http://www.dailymail.co.uk
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Os sem férias
É isso mesmo! Escolas de educação infantil não terão férias. Essa é a decisão da justiça de São Paulo (Feudo dos Tucanos)...a pergunta que fica é a seguinte: E os professores e funcionários, não tem direito a férias? Os 200 dias letivos foram pras cucuias, né? A Constituição e a LDB não valem mais nada!
Leiam os absurdos que essa gente quer pra educação das crianças desse país.
http://www.sinpeem.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=5318
Mais comentários sobre a tragédia
Já não bastasse a Globo querendo instalar detector de metais e raios-x nas ecolas, agora tem gente querendo transforma escola em quartel. Sei não, acho que o Bolsonaro anda "fazendo escola". O pior é que tem muita gente sem noção reproduzindo isso pelas ruas.
"O professor é ameaçado, o seu carro é depredado, o aluno maltrata o outro aluno no bullying, isso acontece todos os dias. Aí vem estes abobados da 'pedagogia do amor', estes pedagogos de meia pataca para pregar a tolerância, a leniência, a aceitação, os diferentes... os diferentes uma 'pivica', vagabundo é vagabundo, não tem que ser igualado aos bons alunos."
Leia na íntegra: http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/blog-na-rede/comentarista-do-sbt-chama-alunos-de-vagabundos-e-defende-regime-militar-dentro-das-escolas
"O professor é ameaçado, o seu carro é depredado, o aluno maltrata o outro aluno no bullying, isso acontece todos os dias. Aí vem estes abobados da 'pedagogia do amor', estes pedagogos de meia pataca para pregar a tolerância, a leniência, a aceitação, os diferentes... os diferentes uma 'pivica', vagabundo é vagabundo, não tem que ser igualado aos bons alunos."
Leia na íntegra: http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/blog-na-rede/comentarista-do-sbt-chama-alunos-de-vagabundos-e-defende-regime-militar-dentro-das-escolas
Novo plebiscito do desarmamento
Depois da tragédia ocorrida na escola em Realengo, no rio de Janeiro, muitos estão trazendo à tona a bandeira do desarmamento. Políticos e instituições se pronunciam sobre uma nova proposta para o desarmamento, proibição de venda de armas, nova consulta popular na forma de plebiscito; já que no último ocorrido em 2005 venceu o não desarmamento, numa crítica clara da população contra os políticos e atos de corrupção do mensalão (lembram? repercutiu de forma negativa no meio político!).
Na minha opinião não acho que alterando a lei, irá mudar muita coisa, a lei atual já é bastante restritiva quando a venda e posse de arma de fogo, mas a bandidagem continua se armando, não de armas vendidas em lojas, mas de contrabando, e a população continua a mercê da violência e da criminalidade. sou a favor do desarmamento, mas primeiro sou a favor de uma atuação do estado no sentido de impedir a entrada de armas e outras mercadorias ilícitas no Brasil, via fronteiras com os países da américa latina, em especial do mercosul. Tem muita gente se aproveitando (como sempre) do sofrimento e da perda das famílias do Rio de Janeiro, para se promover políticamente. O Brasil não precisa de novas consultas populares ou de novas leis, os políticos sabem dos anseios da população e sabem que nós precisamamos que se CUMPRAM as leis que já existem! Vamos ver!
http://blogdadilma.blog.br/2011/04/sarney-vai-propor-novo-referendo-sobre-armas.html
http://blogdadilma.blog.br/2011/04/apos-massacre-em-escola-oab-defende-nova-discussao-sobre-desarmamento.html
blog da dilma
Na minha opinião não acho que alterando a lei, irá mudar muita coisa, a lei atual já é bastante restritiva quando a venda e posse de arma de fogo, mas a bandidagem continua se armando, não de armas vendidas em lojas, mas de contrabando, e a população continua a mercê da violência e da criminalidade. sou a favor do desarmamento, mas primeiro sou a favor de uma atuação do estado no sentido de impedir a entrada de armas e outras mercadorias ilícitas no Brasil, via fronteiras com os países da américa latina, em especial do mercosul. Tem muita gente se aproveitando (como sempre) do sofrimento e da perda das famílias do Rio de Janeiro, para se promover políticamente. O Brasil não precisa de novas consultas populares ou de novas leis, os políticos sabem dos anseios da população e sabem que nós precisamamos que se CUMPRAM as leis que já existem! Vamos ver!
http://blogdadilma.blog.br/2011/04/sarney-vai-propor-novo-referendo-sobre-armas.html
http://blogdadilma.blog.br/2011/04/apos-massacre-em-escola-oab-defende-nova-discussao-sobre-desarmamento.html
blog da dilma
sexta-feira, 8 de abril de 2011
LUTO
Luto pelas vítimas da escola municipal em Realengo, Rio de Janeiro.
Solidariedade pelas famílias, amigos e funcionários da escola. Foi uma fatalidade sem precedentes na história da educação e do país, mas esperamos que as providências cabíveis sejam tomadas para que esse tipo de coisa e outras violências no ambiente escolar nunca voltem a acontecer.
Escola é lugar de educação, edificação do caráter e da mente, discussão de ideias e valorização do conhecimento.
Solidariedade pelas famílias, amigos e funcionários da escola. Foi uma fatalidade sem precedentes na história da educação e do país, mas esperamos que as providências cabíveis sejam tomadas para que esse tipo de coisa e outras violências no ambiente escolar nunca voltem a acontecer.
Escola é lugar de educação, edificação do caráter e da mente, discussão de ideias e valorização do conhecimento.
domingo, 3 de abril de 2011
10 metas para qualidade
Essas são as 10 metas que nós funcionários da educação pública queremos cumpridas pelo Gov. e seu Sec. de educação, só com essas metas iremos reverter o quadro ridículo e vergonhoso em que se encontra a educação no estado do Rio. Aquele plano estadual, reedição porca da Nova Escola, não vai mudar nada do que aí está, pois os problemas não serão resolvidos, pelo contrário! Teremos mais desgaste dos funcionários e alunos, uma maior reação contrária por parte dos professores (que já começou!).
Acorda Serginho! Para de demagogia barata e marketing político, desse jeito só vai afundar ainda mais o estado!
Acorda Serginho! Para de demagogia barata e marketing político, desse jeito só vai afundar ainda mais o estado!
Vulcões marcianos
Não é nome de filme catástrofe, são fotos tiradas de dois vulcões no planeta Marte pela sonda Mars Express, da ESA.
O maior deles (à esquerda) tem 130km de extensão e 5km de altura. Na foto tbm pode-se ver algumas crateras provocadas por impactos de meteoros.
g1.globo.com
O maior deles (à esquerda) tem 130km de extensão e 5km de altura. Na foto tbm pode-se ver algumas crateras provocadas por impactos de meteoros.
g1.globo.com
Isso sim é gostar de bicho!
Na foto vemos a moça (inglesa) com seu animal de estimação ... não é um "gato exótico", não! é um gambá! No estilo daquele do desenho do perna longa. E ela leva a "criança" pra todo lugar, inclusive lanchonete. Se isso não é gostar de animais, eu não sei mais o que é!
g1.globo.com
g1.globo.com
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Hidronave em Noronha
Assim é até covardia! Não basta ser Fernando de Noronha, tem que ter do melhor em termos de turismo e educação. A "máquina" da foto é uma Hidronave russa que será usada para passeios e aulas. Com o fundo feito por uma lente que amplia em 3 vezes o que puder ser visto no mar. A ideia é beneficiar pesquisadores, professores, alunos, crianças, idosos e deficientes que de outra forma não poderiam mergulhar e conhecer as maravilhas do mundo subaquático.
É sonhar muito com um desses aqui em Cabo Frio?!
Leia o texto e veja o vídeo: g1.globo.com
É sonhar muito com um desses aqui em Cabo Frio?!
Leia o texto e veja o vídeo: g1.globo.com
INÚTIL - ULTRAJE A RIGOR
A gente não sabemos escolher presidente
A gente não sabemos tomar conta da gente
A gente não sabemos nem escovar os dente
Tem gringo pensando que nóis é indigente
(Refrão)
Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil
A gente faz carro e não sabe guiar
A gente faz trilho e não tem trem prá botar
A gente faz filho e não consegue criar
A gente pede grana e não consegue pagar
(Refrão)
A gente faz música e não consegue gravar
A gente escreve livro e não consegue publicar
A gente escreve peça e não consegue encenar
A gente joga bola e não consegue ganhar
A gente não sabemos tomar conta da gente
A gente não sabemos nem escovar os dente
Tem gringo pensando que nóis é indigente
(Refrão)
Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil
Inútil
A gente somos inútil
A gente faz carro e não sabe guiar
A gente faz trilho e não tem trem prá botar
A gente faz filho e não consegue criar
A gente pede grana e não consegue pagar
(Refrão)
A gente faz música e não consegue gravar
A gente escreve livro e não consegue publicar
A gente escreve peça e não consegue encenar
A gente joga bola e não consegue ganhar
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