sábado, 11 de agosto de 2012

CADELINHA ABANDONADA OU PERDIDA ( PEDIDO DE ADOÇÃO):

Caros amigos, me ajudem! A cadelinha da foto foi encontrada no bairro Braga (talvez tenha sido abandonada) , estou procurando o dono ou alguém que possa adotá-la. 

Provisoriamente está em minha casa mas não posso ficar com ela porque já crio uma cadela e uma gata em minha casa (e o espaço de minha residência é pequeno). Conto com a ajuda dos amigos.

Caso aja interesse, favor entre em contato : (22) 9925-6802.

Paralisação da rede municipal de Cabo Frio!!!

A hora é agora! Vamos tod@s! Fechemos TODAS as escolas e vamos pra GREVE, caso a alteração em nossa tabela do Plano de Carreira da Educação não seja aprovada!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Governo cria empresa para desenvolver tecnologias do programa nuclear

A Amazônia Azul Tecnologias de Defesa (Amazul) é a nova empresa pública criada pela presidenta Dilma Rousseff, que sancionou a Lei 12.706. A empresa tem a atribuição de desenvolver tecnologias do Programa Nuclear Brasileiro e para a área nuclear da Marinha. 

Será também responsável por elaborar projetos e tecnologias para a construção do primeiro submarino de propulsão nuclear brasileiro.
 
Caberá ainda à Amazul estimular a implantação de novas indústrias no setor nuclear e prestar-lhes assistência técnica. A empresa é vinculada ao Ministério da Defesa, por meio do Comando da Marinha, e terá sede em São Paulo.

O quadro de pessoal da Amazul, inicialmente, será composto pelos atuais empregados da Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), que desempenham atividades no âmbito do Programa Nuclear da Marinha.

EBC

TIM: Contra a lei e a educação!!!

Operadora sugere a estudantes que enviem SMS a amigos de dentro da escola e sugere “cuidado pro professor não pegar você ;)”

A TIM, aparentemente, cultua a malandragem no Brasil. É acusada de derrubar propositalmente suas chamadas, pode ser multada em R$ 6 milhões por isso e sua operação no Brasil já começa a ser comparada a um “caso de polícia” pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
 
O culto à esperteza chegou também às salas de aula. Numa mensagem de marketing, os celulares da TIM disparam um SMS aos alunos sugerindo que eles passem mensagens, de dentro da sala de aula, aos amigos. “Soh cuidado pro professor não pegar você ;)”, sugere a operadora, que tenta replicar o modo como os jovens se comunicam na internet.

Depois de ter sido proibida de vender novas linhas em 19 estados e de ser acusada de derrubar propositalmente suas ligações, para ampliar sua receita, a empresa italiana também estaria buscando ganhos de receita com mais envio de SMS nas escolas.

Do jeito que a coisa vai, logo os executivos da TIM, a começar pelo executivo Manoel Horácio, que preside o conselho e foi à televisão falar dos investimentos da empresa, estarão tendo que se explicar diante de uma CPI, cujo pedido para instalação já foi protocolado.

247

Comentário: Não basta desrespeitar os clientes, não basta ser ruim! Tem que ser a pior, tem que ser punida, suspensa, investigada e voltar a fazer merda! Tem que ser a TIM! Sem "fronteiras" pra pisar no tomate; "Ilimitada" quando o assunto é fazer cagada!!!

Brasil chega a 200 feiras e festivais literários em 2012, mas concentração no Sul e Sudeste persiste

Às vésperas da 22ª Bienal do Livro de São Paulo, que vai de 9 a 19 de agosto, o país contabiliza oficialmente cerca de 200 festivais e feiras literárias, segundo calendário organizado pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN).  

Além de um levantamento, o calendário se propõe a facilitar apoio oficial a esses eventos, que podem receber R$ 100 mil (feiras grandes e médias) e R$ 50 mil (feiras pequenas) diretamente, ou apoios variados, por meio de editais de renúncia fiscal atrelados à Lei Rouanet, do Ministério da Cultura (MinC).
 
“Nestes momentos [durante festivais e feiras literárias], os meios de comunicação entrevistam escritores, falam sobre leitura, mostram a vida de leitores que transformaram suas vidas graças aos livros e à leitura. São momentos em que a sociedade para e presta a atenção. Ao mesmo tempo são oportunidades para aqueles que vivem de livros, vivem de literatura terem esse contato mais próximo. Uma e outra coisa são oportunidades para ajudar a fomentar a leitura na sociedade”, disse à Agência Brasil o presidente da FBN, Galeno Amorim.

Segundo Amorim, o foco principal da instituição está no apoio às atividades descentralizadas, nas periferias das grandes cidades e em cidades do interior.


Descentralização
A diversidade de feiras (eventos mais comerciais, com maior diversidade de títulos trazidos por livreiros e editoras) e de festivais (mais focados no desenvolvimento de um “gosto pela leitura, com maior participação de autores e discussão de temas e obras”) é hoje alvo de um esforço de ampliação pelo governo, que busca combater sua concentração no eixo Sul/Sudeste. Sem sucesso até o momento, como admite o coordenador-geral de Economia do Livro da FBN, Jorge Teles.

“Há uma carência muito grande que a gente percebeu no diálogo com as regiões, primeiro de que o próprio poder público local, em algumas cidades, valorize a cultura, o livro e a leitura. Várias das ações que nós gostaríamos de fazer não foram realizadas porque é um ano muito delicado para fazer estímulos junto ao poder local, por conta do período eleitoral”, explicou Teles, que afirmou que mesmo a preferência, no último edital, por projetos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste não foi suficiente para a descentralização esperada pela FBN, a exemplo de editais de outros setores culturais promovidos pelo MinC.

Segundo o gestor, deve ser levada em conta, ainda, a falta histórica de apoio do governo federal para feiras e festivais e a falta de equipes nos municípios que se dediquem a conhecer os canais de financiamento e preparar projetos para aproveitá-los. “Após o final do embargo eleitoral, nós apoiaremos novos festivais e há uma grande demanda de projetos para 2013. A gente está muito animado com isso, pois achamos que as regiões Norte e Nordeste vão fazer um trabalho muito interessante no próximo ano”, disse.

Grandes eventos, como a Bienal do Livro de São Paulo, tem papel relevante nesta política, ainda que tenham um efeito de centralização de mercados. “Para tornar o Brasil um país de leitores você vai trabalhar com criação, que é a parte dos escritores e vai trabalhar também com produção e difusão do livro. Isso tem o seu clímax nas grandes feiras de livro. A ideia é fazer com que o livro chegue mais perto do cidadão. Então nada melhor do que uma boa vitrine e as feiras são uma ótima vitrine. Nossa preocupação não é com o gigantismo, mas com a não existência de alternativas”, disse Teles.

EBC

PARALISAÇÃO da Rede estadual!!!!



terça-feira, 7 de agosto de 2012

Perseguição e Covardia na SECAF!


O grau de covardia e perseguição na SECAF (Serviço de Desenvolvimento de Cabo Frio) que fica na Rua Getúlio Vargas, nº 173, Parque Central, atingiu pontos inimagináveis.
                                                                                                        
O funcionário público concursado Rodrigo Macedo após declarar que é eleitor de Alair Corrêa (PP) foi proibido de exercer sua função na SECAF e não consegue sequer assinar seu ponto. Segundo Rodrigo Macedo a sua perseguição está sendo encabeçada pelo seu chefe direto Francisco César.
 
Rodrigo Macedo já está movendo judicialmente uma ação para garantir seus direitos ao acesso ao trabalho que exerce por merecimento (já que prestou concurso público) e as reparações devidas pela perseguição sofrida.

Rodrigo Macedo é bem conhecido em Cabo Frio pelo seu trabalho independente na criação e organização da Cooperativa de Reciclagem de Lixo, e por lutar pelos direitos de sua classe.

Agora é preciso que finalmente a Justiça Eleitoral intervenha no mar de lama que vem assolando os direitos democráticos em Cabo Frio. Peço a todos os amigos blogueiros que ajudem na luta de Rodrigo Macedo, não podemos deixar mais essa perseguição passar impune.  


Secretários de Cabral caem na farra em Londres com nosso dinheiro

Quando quem paga a conta é o povo, o time de Cabral não quer nem saber, como se diz popularmente "enfia o pé na jaca". Vejam que a secretária estadual de Esportes, Márcia Lins não se contenta em fazer as refeições num bom restaurante. Tem que ser um dos mais caros de Londres, o The Wolseley, o restaurante frequentado pelas estrelas, ela deve se achar uma celebridade. 


Sem tirar uma libra do próprio bolso fica fácil. Já o integrante da Gangue dos Guardanapos, o secretário de Saúde, Sérgio Côrtes é um tremendo 171. Para justificar o seu passeio a Londres para assistir as Olimpíadas inventou que vai conhecer o serviço inglês de atendimento a pacientes com câncer. 

Me engana que eu gosto. É mais uma farra européia da turma de Cabral. 


Garotinho

Tragédia na serra: governo federal vai liderar buscas por desaparecidos

Ministra Maria do Rosário criou força-tarefa para cuidar das busacas aos desaparecidos na região serrana
O governo federal vai liderar a busca pelos 191 desaparecidos nas chuvas de 2011 na Região Serrana. A ministra Maria do Rosário Nunes, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, determinou a criação de uma força-tarefa, formada por dez profissionais, entre advogados, assistentes sociais e psicólogos, que chega à Serra esta semana, com a missão de ouvir famílias, prestar consultoria jurídica e cruzar os dados de desaparecidos com informações de cartórios, escolas, postos de saúde e cadastros sociais.

Em entrevista na sexta-feira, em Brasília, a ministra explicou que os três Centros de Referência em Direitos Humanos (CRDH) mais próximos da Região Serrana — Nova Iguaçu, Juiz de Fora (MG) e Petrópolis — vão participar do esforço concentrado. Procurada em julho pela reportagem, a ministra planejou em um mês a ação dos próximos dias.

— Nós fizemos um diagnóstico idêntico ao relatado pelo EXTRA. Vamos colocar esses centros de referência à disposição da população, para tentarmos melhorar, ao máximo, a situação dessas famílias, que, em alguns casos, não conseguiram sequer enterrar seus entes queridos — explicou a ministra Maria do Rosário.

Coordenador-geral dos CRDHs de todo o país, João de Souza Júnior é o encarregado de formatar como vai ser a operação na Região Serrana. Ele diz que as primeiras pessoas que serão procuradas são os citados na reportagem, como a dona de casa Amanda Ferreira, que perdeu 29 parentes em Teresópolis.

— Vamos tratar prioritariamente dos casos mais agudos, apontados pelo EXTRA — prometeu Souza Júnior.

Segundo João, o mapeamento será descrito num relatório pedido pela ministra. Até o cadastro do Bolsa-Família será analisado.

Uma das respostas para o grande número de desaparecidos pode estar no óbito de indigentes, por exemplo.

A ministra quer usar a experiência aprendida na Serra no restante do país.

— A situação é triste, mas o Brasil está aprendendo com essa situação — afirmou Maria do Rosário.


EXTRA

Estudantes do IFF visitam a NASA

Os jovens pesquisadores foram convidados para relatarem a experiência vivida na Estação de Pesquisa no deserto de Utah sobre Marte.
O Câmpus Guarus do Instituto Federal Fluminense sediou, nos dias 20 e 21 de abril, o V Encontro Internacional de Astronomia e Astronáutica. Foram três dias de evento - a abertura, no dia 19 de abril, aconteceu no shopping Boulevard - com participação maciça de estudantes, professores e visitantes de diversas partes do Brasil e do mundo.

O evento superou todas as expectativas do organizador do evento, Marcelo de Oliveira Souza, do Clube de Astronomia Louis Cruls. "Conseguimos novas parcerias com países que ainda não tínhamos contato, além de novos grupos de pesquisas em outras áreas. Tudo isso vai fortalecer ainda mais o intercâmio científico dos nossos alunos pesquisadores.

Mas a novidade maior ficou por conta dos jovens pesquisadores, alunos do Instituto Federal Fluminense, Hermério Júnior,  Lucas Freitas, Monique Pessanha e Ana Catarina Ávila, que foram convidados pelo Fundador e Presidente da Mars Society, Robert Zubrin, para apresentarem o resultado da pesquisa e o relato da experiência que tiveram na Estação de Pesquisa no Deserto sobre Marte, em Utah, durante o Congresso Mundial sobre Astronomia, nos Estados Unidos,  em agosto.

"Será uma experiência única que vou carregar para a vida inteira. No Brasil falta investimento para a Astronomia. Temos o apoio do IFF  e do Clube de Astronomia Louis Cruls sempre, além de outras parcerias", contou Hemério.

IFF

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Mensalão e "opinião pública"

Nunca tantos falaram em nome da "opinião pública" como nestas últimas semanas que antecederam o início do julgamento do processo do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal.

Até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em nome da "sociedade que não suporta mais esta situação", saiu dos seus cuidados para gravar vídeos clamando pela necessidade de se "fazer justiça" para não colocar em risco o futuro da democracia brasileira.


E só tem um jeito de se fazer justiça, segundo os porta-vozes midiáticos da opinião pública, repetindo com todas as letras o lema do procurador-geral Roberto Gurgel: "Fazer justiça é condenar todos os réus".

A "sociedade" a que FHC se refere deve ser certamente aquela formada por seu moribundo partido (ver pesquisa CNT Opinião e Ibope mais abaixo) com os principais veículos de comunicação do país reunidos no Instituto Millennium, que desde 2005 querem "acabar com esta raça", o desejo revelado publicamente por seu aliado Jorge Bornhausen (por onde andará?).

Antes mesmo de Roberto Gurgel começar a ler o seu memorial de acusação na sexta-feira, após o massacre contra o PT dos últimos dias, que ocupou todos os espaços na velha mídia, dia e noite, o veredicto já estava dado, e nem seria necessário prosseguir o julgamento. Bastaria chamar o camburão da polícia para prender todos os réus.

O objetivo declarado era condenar e tirar de circulação o ex-ministro José Dirceu e outros dirigentes do PT.  Por trás de todo o discurso moralista em nome da "opinião pública", porém, o que eles queriam mesmo era finalmente derrotar e acabar com a alta e inabalável aprovação popular do ex-presidente Lula, o que não conseguiram fazer nas urnas.
Gastaram toda sua munição nisso e devem ter ficado profundamente frustrados quando foram divulgados ontem os resultados da pesquisa CNT Opinião, mostrando que Lula teria 69,8% dos votos se a eleição presidencial fosse hoje, contra apenas 11,9% do tucano Aécio Neves, o candidato de FHC. Dilma também ganharia de lavada de Aécio: 59% a 14,8%.

Na falta de uma pesquisa sobre como o povo entende o julgamento do mensalão e o papel da imprensa nesta história _ por que não a fizeram ainda? _ outro indicador que deve deixar a "sociedade" dos tucanos e da mídia inconformados é a avaliação da presidente Dilma Rousseff, que não para de subir: passou de 70,2%, em agosto de 2011, para 75,7% por cento agora.

Ou seja: nem o governo Dilma, nem Lula, nem o PT foram abalados pela campanha de vida ou morte desencadeada por derrotados de 2002, 2006 e 2010.

Pior ainda para o orgulho dos tucanos de bico grande em São Paulo deve ter sido a pesquisa Ibope também divulgada ontem sobre a sucessão municipal em São Paulo.

Outra vez candidato tucano, José Serra também não para de subir, mas é nos índices de rejeição, que já atingiram 34% nesta pesquisa (no Datafolha, chegaram a 37%).

Nos índices de intenção de votos, acontece exatamente o contrário: em relação à primeira pesquisa Ibope, divulgada em maio, Serra caiu 5 pontos, ficando agora com 26%, enquanto o candidato do PRB, Celso Russomanno, subia 9 pontos, de 16% para 25%, em rigoroso empate técnico com o tucano.

O que se nota nesta pesquisa é que Russomanno, e não o candidato do PT, Fernando Haddad, empacado com apenas 6%, atrás de Soninha, do PPS, incorporou o papel de candidato da oposição à administração Serra-Kassab.

O eleitorado parece cansado da eterna disputa entre tucanos e petistas e, ao que as pesquisas até aqui indicam, escolheu este ano uma terceira via, encarnada pelo candidato do PRB e sua bandeira da defesa do consumidor.

Na semana em que começou o julgamento destinado a "acabar com a raça" do PT, foi o PSDB de Serra que bateu seu recorde de rejeição no Ibope, enquanto Dilma e Lula batiam recordes de números positivos.

Alguma coisa deu errado no projeto dos estrategistas globais do Instituto Millennium. A "opinião pública" tão cortejada já não obedece aos antigos "formadores de opinião".

Ricardo Kotscho  Balaio do Kotscho


Freixo promete plano de cargos e salários para os médicos

Freixo visita UPA municipal no Complexo do Alemão


O candidato do PSOL à prefeitura do Rio, Marcelo Freixo, visitou na manhã desta segunda-feira a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) municipal e a Clínica da Família no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Acompanhado do vereador Paulo Pinheiro (PSOL), que tenta reeleição, Freixo conversou com médicos das unidades e afirmou que na UPA não havia pediatra, embora tivesse três clínicos gerais.

Freixo prometeu, caso seja eleito, que fará investimentos para valorizar os servidores públicos e implantará um plano de cargos e salários para os médicos. No entanto, o candidato não informou de onde tiraria os recursos. Ele se limitou a dizer que reduziria os gastos em publicidade para investir mais no funcionalismo público.

- Precisamos de uma política pública que valorize o servidor. O plano de cargos e salários é fundamental para que os médicos queiram ficar no serviço público - disse o candidato do PSOL, que, mais cedo, visitou também o posto de atendimento médico de Del Castilho.

- Encontramos hoje uma médica concursada com 26 anos de serviço que ganha R$ 4 mil. Enquanto no mesmo hospital a médica que trabalha pela OS (organização social), que é recém formada, ganha R$ 6 mil. Isso tudo na mesma unidade - completou.

Freixo também voltou a criticar a política de pacificação do Complexo do Alemão e disse ainda que, caso seja eleito, ampliará o programa das UPPs sociais, que oferecem, entre outras coisas, cursos profissionalizantes e de idiomas.

Lobo-marinho é achado na praia de Copacabana

Animal estava em umas pedras. Oceanógrafos da Uerj vão analisar o caso.

Um lobo-marinho apareceu na manhã desta segunda-feira (6) na altura do posto 6 da praia de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro.

O animal foi visto em umas pedras. O Corpo de Bombeiros foi acionado. Como constataram que o lobo-marinho estava bem, os militares acionaram pesquisadores da Faculdade de Oceanografia da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). 

De acordo com bombeiros, o animal, possivelmente um macho, mede aproximadamente dois metros e pesa cerca de 130 quilos.

iG

Robô Curiosity pousa em Marte

Sombra do Curiosity aparece na superfície de Marte nesta segunda (6)

Jipe é o maior e mais moderno veículo já feito para explorar o planeta.  

 

O jipe-robô Curiosity pousou na superfície de Marte por volta das 2h33 (horário de Brasília) desta segunda-feira (6), segundo a agência espacial americana (Nasa). A aterrissagem ocorreu após uma viagem de 567 milhões de quilômetros e quase nove meses.


A missão, que investiu cerca de US$ 2,5 bilhões (mais de R$ 5 bilhões) no projeto que pretende saber se o planeta vermelho já reuniu condições favoráveis à vida, foi declarada completa e um sucesso 1 minuto depois.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, qualificou de "feito histórico" a chegada do Curiosity a Marte. "Esse é um triunfo da tecnologia sem precedentes", diz o comunicado presidencial.

A Nasa confirmou que a nave, de 1 tonelada, entrou na atmosfera do planeta a 20 mil km/h e pousou na Cratera Gale, ao sul do equador, após uma complexa manobra que se chamou de "sete minutos de terror'. Isso, porque a atmosfera marciana é bem menos densa que a da Terra, o que torna mais difícil frear uma nave lá do que aqui.

"Estou inteiro e a salvo na superfície de Marte", diz uma mensagem no blog da Nasa, que deu lugar a uma comemoração de pelo menos 10 minutos, com aplausos e abraços, entre funcionários na sala de controle do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês), em Pasadena, na Califórnia.

Como havia sido planejado, a cápsula abriu um gigantesco paraquedas para frear a queda. A cerca de 20 metros do solo, um sistema baixou o Curiosity, que abriu suas seis rodas e iniciou a aventura em Marte.

O robô está equipado com ferramentas que podem, entre outras coisas, perfurar rochas e coletar amostras de materiais do solo para analisar a composição mineral local.

A poucas horas de o jipe tocar a superfície do planeta vermelho, ainda no domingo (5), o site da Nasa informou que o robô estava com "boa saúde".

 Lançado em 26 de novembro de 2011, o Curiosity vinha provocando "fortes emoções" no JPL, segundo descreveu o texto no site da agência. "O entusiasmo vai crescendo enquanto a equipe está diligentemente monitorando a nave (que transporta o robô)", afirmou comunicado oficial o chefe do laboratório, Brian Portock.

O veículo deve executar a primeira fase de sua missão em 1 ano, 10 meses e 2 semanas, mas a expectativa é de que continue suas pesquisas por cerca de uma década. Geradores de plutônio têm capacidade de fornecer calor e eletricidade à missão por pelo menos 14 anos. É um sistema de geração de energia diferente do de outras missões que contaram com painéis para geração de energia solar.

Os estudos do robô começarão em uma montanha localizada no interior da Cratera Gale. O Curiosity vai subir a montanha e estudar as pedras ali sedimentadas ao longo de bilhões de anos. Indícios da presença de água no passado de Marte foram detectados em estudos anteriores, feitos a partir de imagens do local.

 
Estratégias de descida
O Curiosity é maior e mais pesado que os jipes que a Nasa já mandou para Marte, razão pela qual exige uma nova estratégia de descida. Não bastaria usar apenas paraquedas e retrofoguetes: desta vez, foi criado um novo mecanismo – um guindaste em que o robô desce, pendurado na nave Mars Science Laboratory, até tocar o solo.


"Sabemos que parece maluco", afirmou Adam Steltzner, do Laboratório de Propulsão de Jatos da Nasa (JPL, na sigla em inglês), líder da equipe que projetou o Curiosity. "Mas é, na verdade, o resultado de decisões cautelosas", completou.

Se qualquer parte do plano desse errado, o Curiosity se esborracharia no chão e a missão terminaria imediatamente. A Nasa só soube se o pouso foi ou não um sucesso 14 minutos após o ocorrido, porque esse é o tempo que o sinal levou para chegar à Terra.

O sinal, aliás, não veio direto do veículo para a Terra. Ele foi rebatido pela sonda Odissey, que orbita o planeta vermelho desde 2001. Da perspectiva do Curiosity, a Terra está abaixo do horizonte, e a manobra foi a maneira que a Nasa encontrou para fazer o sinal chegar o mais rápido possível.

O local de pouso foi escolhido de acordo com o objetivo da missão. A Cratera Gale oferece um alvo seguro para a aterrissagem, com uma área de cerca de 140 km² – maior que o município de Niterói (RJ). Dali, o veículo está relativamente próximo ao Monte Sharp, onde sondas na órbita já visualizaram minerais que podem ter sido formados na água.

G1

Supertempestade solar pode afetar 130 milhões

Estudo da Academia Nacional de Ciências dos EUA diz que erupção solar poderia destruir parte essencial da rede elétrica do país, e trazer caos à sua infraestrutura.

Uma gigantesca liberação de partículas geomagnéticas vindas do Sol poderia destruir mais de 300 dos 2.100 transformadores de alta voltagem que são a espinha dorsal da rede elétrica dos EUA, segundo a Academia Nacional de Ciências norte-americana.

O Sol está entrando em um período de atividade intensa, conhecido como "máximo solar", que deve atingir seu auge em 2013. Por isso, há um ímpeto por parte de um grupo de agências federais para buscar maneiras de preparar os EUA para uma grande tempestade solar nesse ano.

Especialistas dos EUA estimam em até 7 por cento o risco de uma grande tempestade em 2013. Pode parecer pouco, mas os efeitos seriam tão amplos - semelhantes à colisão com um grande meteorito - que o fato tem atraído a atenção das autoridades.

Apagões isolados podem causar caos, como ocorreu em julho, na Índia, quando mais de 600 milhões de pessoas ficaram sem energia durante várias horas em dois dias consecutivos. Já um blecaute de longa duração, como o que poderia acontecer no caso de uma enorme tempestade solar, teria efeitos mais profundos e custosos.

Há discordâncias sobre o custo, mas especialistas do governo dos EUA e da iniciativa privada admitem que se trata de um problema complexo, que exige uma solução coordenada.

Um relatório da Academia Nacional de Ciências estimou que cerca de 365 transformadores de alta voltagem no território continental dos EUA poderiam sofrer falhas ou danos permanentes, que exigiriam a substituição do equipamento.

A troca poderia levar mais de um ano, e o custo dos danos no primeiro ano após a tempestade poderia chegar a dois trilhões, disse o relatório. As áreas mais vulneráveis ficam no terço leste dos EUA, do Meio-Oeste à costa atlântica, e no Noroeste do país.

A rede elétrica nacional foi construída ao longo de décadas para transportar a eletricidade ao preço mais baixo entre os locais de geração e consumo. Uma grande tempestade solar tem a capacidade de derrubar a rede, segundo o relatório dos cientistas.

Imagem da Nasa mostra erupção solar em 12/07
De acordo com estimativas do relatório, mais de 130 milhões de pessoas nos EUA poderiam ser afetadas. Andres disse que no pior cenário a cifra de mortos poderia chegar a milhões.

Outros países também sentiriam o impacto se uma supertempestade solar atingisse seu sistema de energia, mas o dos EUA é tão amplo e interconectado que qualquer grande impacto teria resultados catastróficos no país.

iG

Educação é Revolução!


Safatle e a greve dos professores


Zero de Conduta

Há mais de dois meses, os professores das universidades federais estão em greve. Após duas propostas consideradas insuficientes pela maioria do corpo docente, o governo parece disposto a endurecer as negociações. No entanto há de estranhar a maneira com que uma questão dessa natureza está sendo tratada.

Ao ganhar as eleições, o governo atual afirmou ser a educação sua prioridade. Mas, por mais que possa parecer uma tautologia, colocar a educação como prioridade significa, entre outros, assumir as demandas que vêm de seus profissionais como prioritárias. O que os professores querem é um salário digno e uma infraestrutura adequada para desenvolver atividades de docência, orientação e pesquisa.

Enquanto algumas pessoas que nada sabem da vida universitária usam espaços na imprensa para afirmar que os professores são a “elite do funcionalismo” e que, por isso, não deveriam reclamar, policiais rodoviários continuam ganhando mais do que docentes.

Os desafios brasileiros passam pelo fortalecimento da universidade pública, com sua capacidade de formação e pesquisa. A experiência de liberalização do ensino universitário por meio da proliferação de universidades privadas foi um retumbante fracasso.

Tudo o que se conseguiu foi produzir levas de profissionais semiformados, assim como instituições nas quais os professores acabam por ser repetidores, por estar afogados em cargas horárias que não permitem o desenvolvimento de pesquisas.


Vez por outra, quando o processo de financiamento das universidades públicas volta à tona, temos de ouvir duas opiniões no limite do caricato. A primeira consiste no argumento etapista tosco que afirma: primeiro, devemos investir na escola básica, depois, nas universidades. Claro.

E, enquanto o investimento da educação básica não chega a um nível adequado, deixemos as universidades serem sucateadas e destruídas. Tais pessoas têm um raciocínio binário incapaz de entender que o investimento em educação deve ser extensivo, caso não queiramos perder completamente o bonde do desenvolvimento social.

A segunda afirma que os professores universitários devem deixar de ser subvencionados pelo Estado e procurar financiamento para pesquisas na iniciativa privada.
 
Só um exemplo: se um pesquisador em psicologia procurar desenvolver uma pesquisa mostrando a ineficácia de antidepressivos, a quem ele deve pedir financiamento? À indústria farmacêutica?

Ou seja, ou o governo assume o custo de eleger a educação como prioridade ou é melhor não utilizar tal discurso em época de eleição.

Vladimir Safatle  Folha de S. Paulo, em 31/07/2012

Moradora adota mais de 40 animais abandonados

Cômodo ganhou diversas "casinhas" para os animais

Famílias removidas deixaram milhares de cães e gatos abandonados.  CDHU orienta para que as pessoas não deixem os bichos no local.

 
Para muitos moradores dos bairros de encosta da Serra do Mar, em Cubatão, no litoral de São Paulo, a chance de morar em uma nova residência pode significar um recomeço de vida. Porém, para os animais de estimação destas famílias, essa mudança pode gerar abandono e tristeza. Desde 2010, cerca de 2.500 famílias foram removidas de áreas de risco e encaminhadas para apartamentos da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU). Com isso, muitos deixaram para trás os cães e gatos de estimação. Mas graças a uma moradora do bairro Cota 200, esses animais ganharam uma segunda chance.

A dona de casa Helena Maria da Silva Bispo resolveu adotar 35 cães e 10 gatos. Eles foram abandonados pelas famílias e foram encontrados em situações precárias. "Algumas famílias se mudaram para os prédios e deixaram os bichos amarrados em casa, sem comida e sem beber água. Não pude vê-los passando fome e sede", afirma Helena. Ela cuida dos cães e gatos há cerca de três anos. Segundo ela, os animais são alimentados com dinheiro do próprio bolso, sem a ajuda de ninguém. "Recebo apenas R$ 500,00 como pensionista. Com parte desse dinheiro eu comprava a comida para eles", relata.

Helena abriga mais de 40 animais abandonados

A história mudou quando a dona de casa resolveu divulgar a situação nas redes sociais. Agora ela conta com o apoio de algumas pessoas que contribuem com ração, papelão e cobertores, além da ajuda da Associação em Defesa da Vida Animal (ADVAC), de Cubatão, que contribui com atendimento veterinário e providenciou a castração dos bichinhos. Questionada sobre a possibilidade de colocar os animais à adoção, Helena fica triste. "Eventualmente terei que fazer isso com os pequenos, mas já peguei amor por eles. Nem me importo mais de acordar às 6h com os latidos", conta.

Além dos cachorros e gatos recolhidos pela moradora, existem outros espalhados entre os bairros Cotas, Grotão, Água Fria e Pinheiro do Miranda. De acordo com a representante da ADVAC, Denise Gobi, cerca de dois mil animais foram ou ainda serão abandonados, já que o projeto de remoção de moradores das áreas de risco ainda não foi concluído. Por causa disso, a Comissão de Proteção e Defesa dos Animais da OAB de Santos, no litoral de São Paulo, iniciou uma campanha para arrecadação de ração, medicamentos, cobertores, toalhas e casinhas, entre outros produtos, que serão destinados a ONGs que cuidam dos animais abandonados na Serra do Mar, em Cubatão. Interessados em fazer doações podem comparecer à Praça José Bonifácio, 55, no Centro, de segunda à sexta-feira, das 9 às 18h.

Em nota, a CDHU afirma que já tem pronto um projeto de abrigo para os animais abandonados na Serra do Mar e aguarda a oficialização da cessão da área disponibilizada pela prefeitura de Cubatão para essa finalidade. Desde o início do Programa da Serra do Mar, técnicos sociais da Companhia vêm acompanhando os moradores, que são orientados a não abandonar os animais durante o processo de remoção. Nas reuniões de pós-ocupação que visam à constituição do condomínio, os próprios moradores decidem, por meio de votação, se o conjunto poderá ou não ter animais.

G1 - Santos e Região

domingo, 5 de agosto de 2012

Assembleia da Educação de Cabo Frio!


Precisamos nos unir e cobrar do prefeito e da secretária de educação a inclusão do plano de carreira da educação no orçamento para 2013!!!

Vídeos: Ocupação do Leblon pela prisão do CABRAL!!!



Tá Puto Com o Governo Cabral?



Ocupação Pela Prisão do Governador Sérgio Cabral!



Crime do Governador Sérgio Cabral Contra o Hospital do IASERJ!


YouTube

sábado, 4 de agosto de 2012

Projeto "Occupy Leblon" pela prisão de Cabral e sua perigosa "Gangue dos Guardanapos"!

Em protesto, estudantes acampam na frente da casa de Cabral: "Queremos prisão"

 


Estudantes das redes públicas estaduais e federais realizam manifestação há uma semana na frente da casa do atual governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, no Leblon. Os manifestantes dormem no local. 

Nesta quinta-feira (2), eles realizaram um buzinaço, fechando uma das ruas do bairro. Segundo o estudante Felipe Fabrício de Souza Silva, aluno de uma escola estadual, o protesto foi organizado pela rede social Facebook. Eles pedem a prisão do político. 


"Queremos que ele seja preso por diversos crimes, como seu envolvimento no escândalo da Delta, a forma violenta com retirou os pacientes do hospital IASERJ e ainda por beneficiar a sua mulher em casos jurídicos, já que ela tem um escritório", afirmou.

Declarando-se "apartidários", os manifestantes prometem realizar novo ato contra o governador nesta sexta-feira (3), em que completam 8 dias de protestos.


JB

Entrevista com Claudio Leitão, falando sobre esportes, no Jornal Na Jogada


“No governo do PSOL, os esportistas terão voz e vez”


O economista Cláudio Peres Leitão, 50 anos, é nascido em Niterói, mas apaixonado por Cabo Frio. Ele concorre pela segunda vez a prefeito do município, dessa vez com uma candidatura mais sólida, com idéias e projetos concretos e apostando na igualdade social como principal bandeira. Leitão, que é casado e tem dois filhos, tem longa história no cenário político do nosso país, sendo um dos fundadores do PSOL e posteriormente participante do conselho diretivo estadual e presidente do diretório municipal do partido, cargo que exerce até hoje. A candidata a vice-prefeito na chapa do PSOL é Dona Dalva, líder comunitária de Tamoios.

Em entrevista ao Na Jogada, Leitão afirma que o esporte é uma bandeira importante no seu plano de governo. Apaixonado por futebol, mas praticante de tênis, o socialista conta que até tentou a sorte nos gramados, mas acabou mesmo nas quadras com uma raquete na mão. “Sou apaixonado por futebol, mas era um perna-de-pau. Ninguém tocava a bola para mim, por isso decidi procurar outro esporte e me encontrei no tênis”, lembrou ele. Com carinho especial pelo esporte que tem como referência no Brasil Gustavo Kuerten, Leitão afirma que nenhuma modalidade será esquecida no seu plano de governo: “Todos os esportes são importantes e quero incluir o tênis nessa também”, brincou. Acompanhe a entrevista completa:


Na Jogada: Você acompanha o esporte na cidade? O que acha do potencial esportivo de Cabo Frio?
Leitão: Acompanho sim, principalmente os que têm mais divulgação, como o futsal, o basquete e o futebol de campo, como a Cabofriense. A gente tem um pouco de dificuldade de acompanhar outras coisas. O futsal é um esporte com muita tradição em Cabo Frio e é o que acompanho mais de perto. O Na Jogada presta esse serviço à população de divulgar, tirar do anonimato pessoas que fazem trabalhos maravilhosos. A gente pretende dar continuidade a esse trabalho delas. Então, quero dizer aos esportistas dessa cidade que estamos acompanhando tudo de perto e, no governo do PSOL, eles terão voz e vez.


Na Jogada: Qual a visão que você tem do esporte como ferramenta social?
Leitão: O esporte tem uma função essencial na sociedade. O esporte possibilita projetos que ajudam a tirar as crianças do risco social e ao mesmo tempo facilita o trabalho com idosos, que passam a exercer atividade física. Nós vemos o esporte como uma política pública essencial. Vamos dar continuidade ao que tem de bom e implantar coisas novas pra que possamos avançar nessa área.


Na Jogada: Crê que o esporte também é uma ferramenta para melhorar a saúde da população?
Leitão: A OMS (Organização Mundial de Saúde) afirma que para cada um real gasto com saneamento básico, são economizados quatro reais com saúde. O mesmo vale para o esporte. A cada um real investido lá, economiza-se dois reais na área de saúde. O esporte dá qualidade de vida. A pessoa que começa desde cedo, lá na escola integral, por exemplo, lá na frente esse cidadão vai ter uma qualidade de vida melhor. Ele vai ser um idoso mais saudável, uma pessoa mais feliz. Com certeza o esporte é um elemento que contribui, e muito, para a saúde.


Na Jogada: E qual a sua visão sobre o esporte amador em Cabo Frio? Como o poder público pode apoiar seu desenvolvimento?
Leitão: O esporte amador tem que ser ajudado pela Prefeitura. É muito difícil para algumas modalidades que não têm grande apelo popular, como basquete, natação ou handball, se estabelecerem. O futebol consegue mobilizar mais o empresariado local, fazer com que ele atue de forma mais intensa. Já outras modalidades precisam de apoio do Estado. A idéia do PSOL é implantar a escola de tempo integral. O esporte amador vai estar integrado ali para quem quiser. Quem não quiser, pode escolher outra coisa, como atividade artística, por exemplo. Vamos dar alternativa no projeto de escola de tempo integral, que é um projeto que outros prometeram, mas com o PSOL é compromisso. À exemplo de outras áreas, como por exemplo a cultura e o meio ambiente, já que pretendemos implantar uma gestão participativa, vamos ouvir os segmentos envolvidos para, em conjunto, discutirmos uma política efetiva para o esporte. Queremos uma política que seja agregadora, onde se obtenha o entendimento quanto a verba, orçamento.  O orçamento de Cabo Frio permite isso na educação, na saúde e no esporte também. Temos que acabar com o aparelhamento que existe, que é a prática de entregar secretarias por motivos políticos. Quem vai ocupar a pasta de Esporte no governo do PSOL é uma pessoa da área, que possa ser consenso e respeitado entre os demais.


Na Jogada: O governo atual, do prefeito Marquinho Mendes (PSDB), tem uma política de subvenções ao esporte local. Pretende continuar com ela?
Leitão: Essa é uma área que teve um avanço. Foi uma das poucas áreas em que a cidade avançou. É importante que o Estado seja o indutor desse desenvolvimento do esporte, mas tem que haver transparência nessa subvenção e nesse investimento. A partir do momento que não tem transparência, que a sociedade e os envolvidos não fiscalizam, começam as denúncias e as brigas. Queremos que, na área do esporte, haja participação de todos e, acima de tudo, transparência.


Na Jogada: E quanto a Cabofriense, que é um time de futebol profissional? Haverá investimento do poder público?
Leitão: Quanto a Cabofriense eu tenho algumas ressalvas, até porque o clube hoje é uma instituição privada. Colocar dinheiro público numa empresa privada é uma coisa que precisa ser melhor estudada. Não estamos dizendo que não vamos fazer e sim que vamos estudar a possibilidade. Acho que se houver investimento, tem que ser com foco na divulgação da cidade. Pode inclusive envolver esse investimento com a parte de Turismo, para ser uma das ações para divulgação da cidade. Precisamos avaliar isso com um pouco mais de critério.


Na Jogada: Recentemente, Cabo Frio foi credenciada como cidade anfitriã no processo de aclimatação para os Jogos Olímpicos de 2016, através do projeto “Cabo Frio na Rota Olímpica”. Você pretende dar seguimento a esse projeto ou talvez ampliá-lo, pensando também na Copa do Mundo de 2014?
Leitão: Na verdade, essa é uma coisa que tem que ser planejada, pena que o governo atual não se planejou para isso. Gestos de improviso foram tomados. Falei recentemente, em uma entrevista, que existem duas palavras que são o básico de uma administração e que deveriam andar juntas, mas em Cabo Frio andam separadas e cambaleantes: planejamento e gestão.  Falta isso há 20 anos aqui.  Essas coisas já deviam estar sendo planejadas, mas não foram. Não foram porque as pessoas não são colocadas nas pastas de forma correta. As nomeações são políticas e não técnicas, então o cara quando assume não desenvolve as funções que tem que desenvolver. As pessoas que vamos colocar nas pastas vão dar um direcionamento a essas questões como as da Copa e das Olimpíadas.


Na Jogada: E quanto aos esportes náuticos? Eles costumam ser usados para divulgar as belezas da cidade, como faz Búzios, por exemplo. Haverá algum investimento nesse sentido?
Leitão: O que nós temos discutido é a falta de aproveitamento das potencialidades de Cabo Frio. Nessa discussão, nós rodamos, rodamos, rodamos e acabamos sempre na mesma coisa: planejamento e gestão. Já ouvi muita gente falar que a Lagoa de Araruama é uma das melhores raias do mundo para esportes de vela ou até mesmo esportes náuticos sem vela. Então como pode a gente não aproveitar esse potencial? O turismo do esporte náutico agrega qualidade. O praticante de esporte náutico é um turista de alto poder aquisitivo. Não só o praticante, mas os turistas que esses esportes atraem. Isso está atrasado. A ação do governo é tão ineficaz que Arraial do Cabo e Búzios vão ganhar marina publica e Cabo Frio não. Faltou corpo técnico na Prefeitura para contatar o Governo Estadual e captar essa verba. Faltam pessoas certas nos lugares certos para que nós possamos explorar todo o potencial daquela pessoa em políticas públicas, em ideias. Investindo em coisas como esporte e o turismo, podemos aumentar a geração de empregos para a cidade. É isso que o governo do PSOL vai buscar para reparar essas promessas que há 20 anos não são cumpridas. Nós queremos transformar Cabo Frio em uma cidade turística, esportiva e ambientalmente sustentável.


Na Jogada: Passando para a questão dos programas públicos que visam beneficiar o esporte, o que você acha do projeto “Bolsa Atleta”? Acha que é viável implantá-lo na cidade?
Leitão: O Bolsa Atleta é uma grande idéia. O que nós queremos é ouvir as pessoas que militam no esporte e dali extrair uma política pública para a área. Mas para exercer essas políticas, o governo tem que ver a questão orçamentária. Para implantar um projeto desses é preciso ver se cabe no orçamento. De repente, o projeto pode começar de forma mais tímida e depois crescer. Em tese é uma excelente idéia, mas temos que adequar ao orçamento que esse ano é de 800 milhões de reais, mas para o ano que vem está previsto para 1 bilhão. Esse dinheiro tem que ser devolvido à população em forma de políticas públicas. O Bolsa Atleta é uma dessas políticas públicas de benefício à população que nos agrada bastante. Se couber na previsão orçamentária, será implantada com certeza.


Na Jogada: Agora falando sobre um projeto local, o “Novo Cidadão”, que hoje atende a oito mil crianças no município. O que você acha dele? Pretender dar continuidade?
Leitão: Acho um projeto importante. No entanto, ele se dá pela falta que Cabo Frio tem de um projeto educacional mais amplo. Com as escolas de tempo integral, vamos proporcionar atividades físicas, esportivas, dependendo, é claro, da estrutura da escola. Vamos ter que reformar algumas escolas e fazer novas. É um projeto que tem que ser implantado ao longo do período de governo. Você não vai transformar a rede de ensino em escola pública de tempo integral de uma hora pra outra, é um projeto gradativo. Enquanto a gente não vai integrando, pode dar continuidade ao Novo Cidadão, que ainda é um projeto modesto. Acho que ele tem resultados modestos, visto o risco social que nós temos em Cabo Frio. Queremos ter a oportunidade de ampliar este projeto e integrá-lo a outras iniciativas.


Na Jogada: Por fim, o que os esportistas de Cabo Frio podem esperar do candidato Cláudio Leitão?
Leitão: Os esportistas podem contar com o PSOL. Vamos ouvir os Conselhos Esportivos. Queremos que eles participem e façam parte da gestão. Só assim você consegue integrar a cidade e obter o desenvolvimento para Cabo Frio. Uma questão importante, por exemplo, é que a cidade quase não tem locais públicos para a prática de esporte. Vamos acabar com isso. Nosso objetivo é construir parques públicos para o esporte. Vamos achar esses locais. Agora, vai ter que ter tênis também (risos).

Na Jogada

Galvão Bueno mostra quem ele é...Que Deselegante! rsrsrs

Galvão não gosta de uma brincadeira, bate de frente e briga feio com Renato Mauricio Prado durante programa ao vivo.   01/08/2012


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